WINTER·LIKERT
← voltar ao alinhamento
Scouting report · avaliação 360°

O retrato tático de uma pessoa,
em uma tela.

Sete competências, quatro olhares, um índice. Este é o card do Roberto, gerente de operações, gerado a partir da avaliação 360°. Dado fictício, para ilustrar o produto.

PerfilAvaliaçõesSquadDesenvolvimento
Melhor posição · gestão de crise e turnaround
86índice de
consistência
Roberto
Gerente de Operações
Área
Operações
Tempo de casa
6 anos
Avaliadores
12 respondentes
Percentil na diretoria
top 25%
Iniciativa4.3
Espaço3.2
Fluxo3.2
Suporte4.3
Contingência4.4
Adaptabilidade3.9
Facilitação4.0
Assinatura · Contingência Porto seguro em crise
A teia consolidada
RobertoMédia dos gerentes
A janela de Johari

O verdadeiro ganho do 360°: onde a autoimagem e o time se encontram.

O relatório abre pelo que todos veem igual, para depois olhar as diferenças como oportunidade de ajuste, nunca como julgamento.

Como o Roberto se vê vs como o time o vê
Autoavaliação Visão do time (360°)
✓ onde vocês concordam

A base está alinhada

Em iniciativa, suporte sob pressão e contingência, a sua leitura e a do time praticamente coincidem. O time te reconhece como porto seguro na crise. Isso é chão firme.

△ ponto de atenção

Gestão de espaço e autonomia

você: 5.0time: 2.8

Você se enxerga como alguém que descentraliza. O time percebe mais centralização do que você imagina. Não é um defeito, é um convite: um espaço enorme de crescimento em delegação.

como isso é entregue

Alocação, não julgamento

Não existe perfil errado. O objetivo é descobrir a melhor posição de cada um na quadra da empresa, e apoiar o desenvolvimento com dado, não com opinião.

Alocação e desenvolvimento

Onde o Roberto joga melhor, e o próximo passo.

Fit tático

Elegível para gestão de crise e turnaround: contingência 4.4 e suporte 4.3, as duas competências que estabilizam uma operação em apuros.

Plano de desenvolvimento

Um foco só: delegação e descentralização, para equilibrar a teia. Mentoria prática, com metas observáveis pelo próprio time.

No squad

Encaixa como a defesa do trio. Precisa ao lado de um perfil forte em iniciativa e fluxo, que ele complementa sem sobrepor.

Vocabulário de segurança psicológica. Este relatório não usa nota, aprovação nem falha. Fala em índice de consistência e oportunidade de complementaridade. A devolutiva do ponto cego segue a lógica do feedback espelhado: primeiro o que já funciona, depois o ajuste, sempre como oportunidade.
Estratégia de liderança

Como desenvolver o Roberto: pela força, não pela falha.

A lógica é de pontos fortes. O papel do líder não é consertar o vale, é posicionar a força e gerenciar ao redor do resto.

Aposte na força

Coloque-o onde contingência e suporte sob pressão brilham: crise e turnaround. É onde ele rende e se motiva, e onde o time já confia nele.

Gerencie ao redor do vale

Em vez de transformar a delegação em identidade, dê a ele um par forte em autonomia e uma meta observável de delegar. Ajusta a expectativa sem quebrar a confiança.

Revele a força escondida

Mostre a ele o dado da facilitação: o time o vê em 4.2, ele se dá 3.0. Reconhecer isso aumenta a confiança e amplia a liderança silenciosa que ele já exerce.

Trilha de desenvolvimento
01
Delegação e descentralização
O quê: reduzir o gap de gestão de espaço, o ponto cego. Como: mentoria de seis semanas com uma meta simples, delegar duas decisões operacionais por semana e colher a percepção do time no fim.
02
Fluxo de informação
O quê: destravar o compartilhamento, hoje o segundo mais baixo. Como: um ritual semanal de quinze minutos de sincronização com os pares, medido pela percepção de quem recebe.
03
Alavancar a facilitação
O quê: usar a força que ele subestima. Como: dar a ele o papel de mentor de um gerente júnior, onde a facilitação de bastidores vira valor visível e reconhecido.